Cara, otima discussao. Vou dar minha visao de outro angulo: nao tenho experiencia com C++, entao em relacao ao core do Priston nao posso opinar tecnicamente, mas trabalho como dev Java e web full stack no dia a dia, e uso IA pesado como ferramenta de produtividade. Aqui é hobby mesmo, to aprendendo sobre Priston aos poucos, mas o debate sobre uso de IA é o mesmo em qualquer stack. E a visao que ja foi passada aqui bate exatamente com minha realidade de trabalho: quem sabe arquitetar, validar, entender o que a IA devolveu e ajustar o que nao faz sentido, sai na frente. Quem so joga prompt e aceita o que vem sem entender, cedo ou tarde quebra a cara, seja em producao, seja num codigo legado de Priston. O ponto que eu acrescentaria é: quem fica so na critica generica "IA é ruim, faz codigo bosta, vibe coder's" sem nunca ter tentado usar direito, tende a ficar pra tras. Nao é sobre substituir conhecimento, é sobre quem sabe usar a ferramenta anda mais rapido que quem se recusa a testar. Isso vale pra dev senior, junior, e ate pra quem programa por hobby como eu aqui. No meu trabalho lido com dev de 20, 30 anos de experiencia que usa IA em tudo que faz, e isso nao torna eles piores profissionais, pelo contrario, sabem exatamente onde a ferramenta ajuda e onde tem que colocar a mao e revisar. A resistencia muita vez vem de quem nunca testou de verdade ou esta com medo de perder espaço porque não se garante no que faz . E tem um nivel de maturidade no uso que muita gente nem chegou perto ainda: hoje ja se usa skills e MCPs pra IA ter contexto real do projeto, ler documentacao interna, entender padrao do codigo, se conectar direto com ferramenta e repositorio, ao inves de ficar so no prompt solto sem contexto nenhum. Isso muda completamente a qualidade do resultado, pq a IA para de "chutar" e passa a trabalhar em cima do que o projeto realmente é. Quem usa assim ta anos luz na frente de quem so copia e cola resposta de chat generico.